dissertação
Sono, estresse e uso de mídias digitais em universitários brasileiros: perfis comportamentais e impactos na saúde mental e atividade física
Carregando...
Notas
Arquivo retido a pedido da autoria até setembro de 2026.
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Membros de banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Lavras
Faculdade, Instituto ou Escola
Faculdade de Ciências da Saúde (FCS)
Departamento
Programa de Pós-Graduação
Programa de Pós-Graduação: Ciências da Saúde
Agência de fomento
CAPES
Tipo de impacto
Sociais
Tecnológico
Culturais
Outros
Tecnológico
Culturais
Outros
Áreas Temáticas da Extenção
Saúde
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
ODS 3: Saúde e bem-estar
ODS 4: Educação de qualidade
ODS 4: Educação de qualidade
Dados abertos
Não
Resumo
A qualidade do sono tem sido amplamente associada ao bem-estar físico e mental, especialmente em contextos acadêmicos marcados por elevados níveis de estresse e exposição constante às tecnologias digitais. Este projeto reúne dois estudos independentes, porém complementares, que investigam diferentes dimensões da saúde do sono em estudantes universitários. Essa população enfrenta padrões irregulares de sono, estresse elevado e uso excessivo de mídias digitais, impactando negativamente a saúde mental e promovendo sedentarismo. O primeiro estudo (n=757) avaliou cochilos diurnos (Dados Sociodemográficos), estresse percebido (PSS-14), qualidade do sono (PSQI) e sonolência diurna (ESS) em universitários por meio de questionário online (snowball). Mulheres (68% da amostra) apresentaram maior frequência de cochilos (93,5% vs. 86,8%; p=0,007), maior uso de cochilos para alívio de estresse (60%; p=0,002), escores mais elevados de PSS-14 e ESS. Análise de cluster K-means identificou três perfis: "Distúrbios do sono" (alta latência/estresse), "Cochilos curtos" (melhor sono) e "Mais cochilos" (jovens/sonolentos). O segundo estudo (n=2205) examinou os dados sociodemográficos, dependência de vídeos curtos (DEVIC), saúde mental (QSG-12), sono (PSQI) e atividade física (IPAQ-SF). Mulheres (61%) exibiram maior dependência DEVIC (alteração de humor/controle), ansiedade/depressão e pior qualidade de sono, com tempo médio de redes sociais de 180 min/dia. Cluster K-means revelou: "Maior atividade física" (bom sono/ Equivalentes Metabólicos da Tarefa altos), "Maior vício em vídeos" (jovem/pior sono/sedentário) e "Mulheres com maior escolaridade" (sono ruim). Ambos estudos convergem ao identificar mulheres e jovens como grupos vulneráveis, com cochilos e consumo de vídeos curtos organizando-se em perfis adaptativos versus de risco, evidenciando a necessidade de intervenções institucionais em higiene do sono e uso consciente de mídias digitais. Palavras-chave: Qualidade do sono; Consumo de mídia digital; Estresse; Atividade Física.
Abstract
Sleep quality has been widely associated with physical and mental well-being, especially in academic contexts characterized by high levels of stress and constant exposure to digital technologies. This project brings together two independent yet complementary studies that investigate different dimensions of sleep health in university students. This population often experiences irregular sleep patterns, elevated stress, and excessive use of digital media, negatively impacting mental health and promoting sedentary behavior. The first study (n = 757) assessed daytime napping (sociodemographic data), perceived stress (PSS-14), sleep quality (PSQI), and daytime sleepiness (ESS) among university students through an online questionnaire (snowball sampling). Women (68% of the sample) showed a higher frequency of napping (93.5% vs. 86.8%; p = 0.007), greater use of naps for stress relief (60%; p = 0.002), and higher PSS-14 and ESS scores. K-means cluster analysis identified three profiles: “Sleep disturbances” (high latency/stress), “Short naps” (better sleep), and “More naps” (younger/sleepier). The second study (n = 2,205) examined sociodemographic data, short-video dependence (DEVIC), mental health (GHQ-12), sleep (PSQI), and physical activity (IPAQ-SF). Women (61%) exhibited higher DEVIC dependence (mood modification/control), greater anxiety/depression symptoms, and poorer sleep quality, with an average social media use of 180 minutes per day. K-means cluster analysis revealed three profiles: “Higher physical activity” (good sleep/high Metabolic Equivalents of Task), “Higher video addiction” (younger/poorer sleep/sedentary), and “Women with higher education” (poor sleep). Both studies converge in identifying women and young individuals as vulnerable groups, with napping behavior and short-video consumption organizing into adaptive versus risk profiles, highlighting the need for institutional interventions focused on sleep hygiene and the conscious use of digital media. Keywords: Sleep quality; Digital media consumption; Stress; Physical activity
Descrição
Área de concentração
Alterações Metabólicas, Inflamação e Alimentos Funcionais
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
ISBN
DOI
Citação
FERREIRA, Darlene Isabel. Sono, estresse e uso de mídias digitais em universitários brasileiros: perfis comportamentais e impactos na saúde mental e atividade física. 2026. 20 p. Dissertação (Mestrado Acadêmico) - Universidade Federal de Lavras, 2026.
Link externo
Avaliação
Revisão
Suplementado Por
Referenciado Por
Licença Creative Commons
Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil

