dissertação

Sono, estresse e uso de mídias digitais em universitários brasileiros: perfis comportamentais e impactos na saúde mental e atividade física

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Universidade Federal de Lavras

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Faculdade de Ciências da Saúde (FCS)

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Programa de Pós-Graduação

Programa de Pós-Graduação: Ciências da Saúde

Agência de fomento

CAPES

Tipo de impacto

Sociais
Tecnológico
Culturais
Outros

Áreas Temáticas da Extenção

Saúde

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

ODS 3: Saúde e bem-estar
ODS 4: Educação de qualidade

Dados abertos

Não

Resumo

A qualidade do sono tem sido amplamente associada ao bem-estar físico e mental, especialmente em contextos acadêmicos marcados por elevados níveis de estresse e exposição constante às tecnologias digitais. Este projeto reúne dois estudos independentes, porém complementares, que investigam diferentes dimensões da saúde do sono em estudantes universitários. Essa população enfrenta padrões irregulares de sono, estresse elevado e uso excessivo de mídias digitais, impactando negativamente a saúde mental e promovendo sedentarismo. O primeiro estudo (n=757) avaliou cochilos diurnos (Dados Sociodemográficos), estresse percebido (PSS-14), qualidade do sono (PSQI) e sonolência diurna (ESS) em universitários por meio de questionário online (snowball). Mulheres (68% da amostra) apresentaram maior frequência de cochilos (93,5% vs. 86,8%; p=0,007), maior uso de cochilos para alívio de estresse (60%; p=0,002), escores mais elevados de PSS-14 e ESS. Análise de cluster K-means identificou três perfis: "Distúrbios do sono" (alta latência/estresse), "Cochilos curtos" (melhor sono) e "Mais cochilos" (jovens/sonolentos). O segundo estudo (n=2205) examinou os dados sociodemográficos, dependência de vídeos curtos (DEVIC), saúde mental (QSG-12), sono (PSQI) e atividade física (IPAQ-SF). Mulheres (61%) exibiram maior dependência DEVIC (alteração de humor/controle), ansiedade/depressão e pior qualidade de sono, com tempo médio de redes sociais de 180 min/dia. Cluster K-means revelou: "Maior atividade física" (bom sono/ Equivalentes Metabólicos da Tarefa altos), "Maior vício em vídeos" (jovem/pior sono/sedentário) e "Mulheres com maior escolaridade" (sono ruim). Ambos estudos convergem ao identificar mulheres e jovens como grupos vulneráveis, com cochilos e consumo de vídeos curtos organizando-se em perfis adaptativos versus de risco, evidenciando a necessidade de intervenções institucionais em higiene do sono e uso consciente de mídias digitais. Palavras-chave: Qualidade do sono; Consumo de mídia digital; Estresse; Atividade Física.

Abstract

Sleep quality has been widely associated with physical and mental well-being, especially in academic contexts characterized by high levels of stress and constant exposure to digital technologies. This project brings together two independent yet complementary studies that investigate different dimensions of sleep health in university students. This population often experiences irregular sleep patterns, elevated stress, and excessive use of digital media, negatively impacting mental health and promoting sedentary behavior. The first study (n = 757) assessed daytime napping (sociodemographic data), perceived stress (PSS-14), sleep quality (PSQI), and daytime sleepiness (ESS) among university students through an online questionnaire (snowball sampling). Women (68% of the sample) showed a higher frequency of napping (93.5% vs. 86.8%; p = 0.007), greater use of naps for stress relief (60%; p = 0.002), and higher PSS-14 and ESS scores. K-means cluster analysis identified three profiles: “Sleep disturbances” (high latency/stress), “Short naps” (better sleep), and “More naps” (younger/sleepier). The second study (n = 2,205) examined sociodemographic data, short-video dependence (DEVIC), mental health (GHQ-12), sleep (PSQI), and physical activity (IPAQ-SF). Women (61%) exhibited higher DEVIC dependence (mood modification/control), greater anxiety/depression symptoms, and poorer sleep quality, with an average social media use of 180 minutes per day. K-means cluster analysis revealed three profiles: “Higher physical activity” (good sleep/high Metabolic Equivalents of Task), “Higher video addiction” (younger/poorer sleep/sedentary), and “Women with higher education” (poor sleep). Both studies converge in identifying women and young individuals as vulnerable groups, with napping behavior and short-video consumption organizing into adaptive versus risk profiles, highlighting the need for institutional interventions focused on sleep hygiene and the conscious use of digital media. Keywords: Sleep quality; Digital media consumption; Stress; Physical activity

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Alterações Metabólicas, Inflamação e Alimentos Funcionais

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FERREIRA, Darlene Isabel. Sono, estresse e uso de mídias digitais em universitários brasileiros: perfis comportamentais e impactos na saúde mental e atividade física. 2026. 20 p. Dissertação (Mestrado Acadêmico) - Universidade Federal de Lavras, 2026.

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